21.12.22. Panameño.
Llegué. Fui recebida por um motorista sorridente. Vi primeiro o céu, que de um amanhecido recente, servia de palco para passarinhos dançantes. Até os prédios, de tão grandes, refletiam o que parece ser normal por essas terras: o calor de gente. Calor de salsa, de sol, de tesão, de pimenta. Calor que nem sei como é que…