122/365 - morrendo por sexo
Hj eu queimei a largada na hora de dormir e agora são 00:32 e estou acordada.
Fui trabalhar, cheguei em casa, li um pouco e levei as doguinhas para passear. Depois a amg operada pediu pra eu buscar umas coisas pra ela na farmácia. Acabou que não tinha o curativo que ela precisava, só em loja de materiais cirúrgicos. Levei uns paliativos. Levei pudim e granola e voltei rápido pra casa. Já estava exausta e ainda tinha uma aula de quase quatro horas para acompanhar.
A aula começou as 19h, às 19:30 eu já estava dormindo pesado.
Bom, fui acordada pelo namorado, tomei um banho e fiquei elétrica. Discutimos a comunicação do governo e as armadilhas que certos egos armam por falta de estratégia. Seja qual for a resposta do governo diante da polemica, vai ser a resposta errada. Estratégia. É o que falta, sinceramente.
Discutimos também sobre o babu que, em mais um ato de covardia, jogou a treta dele no colo de Ana Paula, que nem está fora da casa ainda. Ele foi sagaz e continua um escroto.
Termino a noite vendo mais um ep de morrendo por sexo. A libido feminina é algo que me interessa. Sinto que é um vidro de cristal tão tão frágil que qualquer desavença quebra pra um limbo. A personagem principal, quando não pensa tanto, acaba abrindo espaço para as experiências que ela sempre quis viver.
Finalmente o pudim pode ser desinformado e assim, sinceramente, o melhor pudim que eu já fiz na vida. Completamente lisinho, sem furinhos, doce na medida, firme, mas ao mesmo tempo tenro. Um deleite.
Também comi escondidinho de carne moída, mandioca e milho, tudo muito bom.
Preciso me preparar psicologicamente para descer pra praia amanhã. Tanta coisa pra fazer e eu sendo convidada a me divertir. Ultraje!