Tempo, tempo, tempo, tempo...
Assistindo a um documentário sobre invenções que nos poupam tempo (ou não), pensei em viagens no tempo, e em como estamos viajando no tempo, mas apenas em uma direção: para o futuro. É uma viagem contínua, sem volta, e cada segundo que passou foi aproveitado ou perdido.
Mas como julgamos se estamos aproveitando ou perdendo tempo? De que forma uma meia hora passada na rede apreciando o jardim ou afofando o cachorrinho é tempo perdido?
Taí uma pergunta pertinente, com inúmeras respostas, sempre pessoais. Cada um sabe onde lhe aperta o calo, dizia minha mãe. Cada um sabe o que é prioridade para si. E em como empregar melhor o seu tempo. No documentário, alguém concluiu que seja como for que usarmos nosso tempo, todos nós sempre teremos as mesmas 24 horas no dia. Vamos usá-las com sabedoria. Ou não.