Silêncio
Consegui umas horinhas livres hoje e resolvi pintar o pé da máquina de costura que foi da avó do Renato. Eu já havia lixado, empapelado, passado o protetor de ferrugem a a coitada estava lá de cabeça pra baixo esperando há mais de um mês.
A ideia inicial era levar o celular junto e ouvir um podcast, um audiolivro, ou música. Mas comecei a pintar e me empolguei, depois de umas duas horas terminei a pintura. E nem senti falta da trilha sonora.
Dizer que eu fiquei curtindo o silêncio pode ser exagero. Havia o som dos passarinhos, da fontezinha de água (um cachepô de fibra com água e uma bombinha solar), o vento, os cachorros latindo ocasionalmente, o Porquinho grunhindo deitado do lado.
Que sossego, que relaxante. E a máquina está ficando bem bonita.