95/365 - sem criatividade pra titulo
Mais um dia em BH. Hoje vou sair de novo, claro, mas assim que vai ser: vou levar meu livro, vou ir no mercado novo, comer um pão de queijo, almoçar por lá mesmo e depois partiu cinema.
Vou ficar lá até o final da tarde e depois voltar pra casa.
Aí si, si!
Tô cansada de andar. Gostoso porém chega.
Falando em andar, as pessoas aqui andam muito devagar. Lá pelo terceiro dia eu peguei o ritmo.
As faixas de pedestre e os semáforos são bem loucos. Diferentes. A gente fica naquele vai ou não vai na hora de atravessar.
Que mais? Sim, as ruas são bem limpas. Limpas mesmo. Acostumada com são Paulo, considero isso um luxo.
Descobri hoje que tem um museu quilombola, mas ele só abre às terças e quintas. Fica pra próxima.
Para amanhã, tenho uma caminhada de leves indicada por ninguém menos que meu chefe.
Vou tomar um banho agora, 9h30, escovar meus dentes, colocar una ropita e partiu!
Tô querendo fazer o exercício de um dia na minha vida futura. Vai que?
Voltei. Agora são por volta das 18h e que prazer reler o começo do texto e saber que correu exatamente como eu queria. Tomei café e almocei no mercado novo, um almoço DELICIOSO no trega, inclusive, e assisti dois filmes agora a tarde. Bugonia, incrível! E Live in the land, incrível e contemplativo.
Na segunda sessão, quatro pessoas foram expulsas da sala por estarem atrapalhando o filme com seus celulares altos e suas conversas paralelas desrespeitosas. Achei ótimo e acho que devemos ser mais assim. Muitos brasileiros tem medo ou vergonha de lembrar às outras pessoas sobre bom senso e regras básicas. Eu vejo, por exemplo, que no Japão e na Alemanha não não funciona assim. Tá errado, pronto acabou. Melhor