60/365 - como é fácil esquecer
Muito fácil nossa cabeça nos dar o baile quando estamos tentando criar hábito.
Tô nessa missão de escrever todos os dias aqui e hoje esqueci (até agora!).
Acordei mais de 9h da manhã, coisa raríssima, visto que tenho duas cachorras exigentes e pontuais. Sete horas da manhã, às vezes antes, elas já levantam e, como agiotas, me cobram o passeio do dia.
Vão felizes, animadas pelo mesmo percurso, me obrigando a olhar de novo para detalhes que passam despercebido.
Falando em passeio, hoje a mais velha mordeu de leve uma criança no parque. Ela anda bem intolerante com barulho e, devagar, chega perto o suficiente pra mostrar seu desconforto. No caso de hoje, a criança falava muito alto com seus amigos. "Vamos fazer competição de quem faz mais abdominal! Vamos brincar de stop". Aos gritos. Ela falou: perainda, você está perturbando meu passeio. Toma aí um aviso. Rs
Fiquei chateada, óbvio. E agora vou precisar redobrar a atenção com a querida. Por deus.
Hoje também foi movimentado aqui no prédio. Mudaram a cor da parede. De um terracota para um mostarda. Achei que ornou melhor. Cores escuras tem que sustentar e eles não sustentaram.
Alem disso, a vizinha da frente pegou por engano (quero acreditar que foi por engano) a encomenda da famosa do prédio. Começa com N e sobrenome começa com P. Famosa. Global.
A global veio na porta dela aos gritos. "Não pegue coisas que não são suas. Você nem tem cachorro pra pegar tapete higiênico por engano!! Da próxima vez..."
Eu fiquei tão em choque quanto a vizinha. Nem gravei nada.
Até às cachorras ficaram em choque. Geralmente elas latem quando alguém passa pela porta. Desta vez, ficaram quietas só ouvindo a discussão. Achei graça.
Elas são uma graça! Alegram meus dias, me fazem melhores. Muito amor!