21/365 - Festival e primeiros encontros
Eu vi Erycah Badu. Cara, que intensa. Ela é o tipo de pessoa que se fizesse uma seita, eu seria a primeira a entrar.
Bruxona, catártica, muito além da mente.
Ganhei o show de graça numa promoção do Instagram e não tava botando fé, mas rolou de verdade. Cheguei e falaram que meu nome não estava na lista, mostrei conversa no instagram e email pra confirmar que sim. No fim deu certo.
Na dúvida, insistam!
Como tô operada, passei o tempo todo sentada e tô com uma puta dor na bunda por isso. Só levantei pra ver a musa mesmo. E foi bem difícil me manter em pé, principalmente depois de tomar o remédio que me dá tontura.
Mas ó, o sacrifício valeu super a pena! Quando que eu vou ter a oportunidade de ver a mama de novo? Eu mesma não sei.
Ela foi pro público e deu a lista dela de músicas para uma pessoa da plateia. Além disso, trocou de look algumas vezes e ficou fazendo umas performances com luzes e simulações de choque. Coisa linda. Amei a experiência.
Outra coisa, tava trocando ideia com uma mulher e estavamos discutindo pq o twitter é a melhor rede social. Daí ela pediu pra me seguir, só que eu só deixo meus amigos me seguirem e tive que falar isso pra ela. Espero que ela não fique chateada.
Depois do show, fomos comer um dogao e pedi sem catupiry e sem cheddar: as duas pragas atuais, só ficando atrás do miojo, mas par a par com leite condensado, nutella e leite ninho.
Ela perguntou pq eu não curtia e eu falei que cheddar tem gosto de plástico e catupiry tem gosto de porra. O lanche dela vinha com os dois e ela criou a imagem na cabeça. Pedi desculpas.