140/365 - uma verdadeira vida de inseto
Ontem a minha dog retirou os pontos da cirurgia de retirada de todas as mamas do lado direito. Não sem resistir, chorar, gritar, querer morder todo mundo na sala. E não sem eu brigar com o veterinário bruto que acha que pode falar que a cachorra é dramática. Puxa sua pele com uma pinça e passe a tesoura numa área sensível na sua pele de humano, depois conversamos, pulha!
Mas fiquei feliz por ela finalmente estar melhor. Foram dias angustiantes, mas nada como um dia após o outro.
Enfim, abri esse texto pra falar de uma série que estou finalizando na Disney+, uma verdadeira vida de inseto. Passei a série toda achando que tinha muita inteligência artificial envolvida e fiquei realmente muito feliz por ver que teve uma equipe imensa e comprometida por trás. Aproximadamente 450 pessoas, especialistas em insetos, cuidando para que tudo corresse bem nas filmagens.
As estratégias deles para filmar seres tão pequeninhos em seu hábitat natural só me mostraram que ainda há esperança.
Muito muito bom. Essa série me acompanhou em várias noites, me fazendo sentir um sono quase imediato e dormir bem. Demorei bastante tempo para ver de propósito.
Adoro documentários. Esse, em especial, foi um ode a esses pequenos serzinhos indispensáveis e importantes.
Amanhã é aniversário de 30 anos do meu noivo. E estou curiosamente muito emocionada com essa constatação. É louco envelhecer tão perto de alguém. Amo muito esse cara, jesus.
Ontem eles estava na cozinha fazendo uma sopa e eu fui lá abraçar ele chorando. Está nesse nível.
Hoje levei ele pra comer pão delícia de café da manhã. Depois levei ele para almoçar lamen na Liberdade. Faz frio em SP.
Nada melhor que um lamen no frio. Com alho fermentado, pimenta e uma coca cola com limão.
Pequenas alegrias da vida.