115/365 - terapia
Falar em voz alta.
Hoje eu cheguei 7 minutos atrasada na minha terapia. Esqueci. E não estava no celular. Quando peguei pra futricar treads/BBB, vi a notificação e vim pro quarto dos fundos.
Ainda bem que deu certo.
Falei sobre a minha viagem pra Brasília e como foi lidar com a rigidez que sobressai quando estou fora do meu habitat natural.
Rigidez essa que tem me acometido na minha casa também, veja só.
Ir ao banheiro é uma maratona, mas seguimos.
Hoje eu comecei a ver o documentário do Neguinho da Beija-flor e muito curioso como algumas pessoas dão mais sorte que outras. Ele caçava rã para comer frita com vários colegas. Eles morreram e ele continua. Aclamado, adorado, exaltado, requisitado, louvado. E continuará, mesmo quando se for. O homem que morou num chiqueiro. Que bom que a fama o reconheceu.
Levei minhas cachorras pra passear de manhã e no fim da tarde e dei sorte de achar pessoas legais nas duas vezes. Na verdade, a mesma mulher com dois doguinhos enérgicos que brincam com as minhas.
Durante o dia, tive que ir no petshop reclamar a tosa higiênica que foi paga e não foi feita. Meu companheiro levou e buscou e quando as queridas chegaram em casa, estavam sem o serviço completo. Pois fui lá. De quebra, ainda devolveram 20 reais, porque eu vi que cobraram errado.
Não gosto dessa sensação de alerta que São Paulo me traz. Sinto isso no Rio de janeiro também. Parece que sempre tem um esperto que acredita ser o alecrim dourado que merece mais a todo custo.
Quando voltei de Brasília peguei um táxi que deu 108 reais. O motorista colocou na maquininha de cartão 115...
Hoje também fui na ginecologista nova. Simpática ela. Sobrenome engraçado. Colheu papanicolau e me pediu mais exames.